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VIII Congresso Internacional de Dislexia

Oradores

1 março

PAINEL 1: MESA DE ABERTURA: “23 ANOS DE DISLEX”

José Luís Gonçalves

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Ana Paula Gomes

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Resumo - Palavras de Abertura - ESEPF- 3 décadas a fazer Formação em EE

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Helena Serra

Em atualização...

Teresinha Fraga

Em atualização...

Resumo - Dislex - Associação Portuguesa de Dislexia: Passado, Presente, Futuro

Em atualização...

1.ª MESA REDONDA: Ter Dislexia

Sara Rafaela Duarte (Est. disléxica, estudos pós-graduados)

Licenciada e Mestre em Ciências da Educação preparo-me para ingressar no Doutoramento em Psicologia da Educação.

Com especial interesse pela área da Dislexia, autora do livro: Eu sou Disléxica e tu o que és?

Rodolfo Fraga Gomes (Profissional com dislexia)

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M.ª Fernanda Estrela (Doc. 1.º Ciclo, especializada em EE)

Maria Fernanda Estrela (Mestre ) é professora de Educação Especial no Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel – Leiria tendo sido também professora do 1º Ciclo do Ensino Básico. Tem Mestrado em Ciências da Educação - Educação Especial e possui uma Pós-graduação em Dificuldades Específicas de Aprendizagem – dislexia. Presta apoio psicopedagógico a alunos com Perturbação de Aprendizagem Específica – Dislexia e é formadora na área. Participou, com comunicação, em eventos científicos e é autora de artigos científicos e do livro A interrelação Dislexia e a formação de professores.
É coautora da obra Dislexia - Percursos de Leitura e Intervenção.

Paula Cristina Ferreira (Doc. da ESECS do IPL)

Paula Cristina Ferreira (PhD) é Professora Adjunta Convidada na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) do Politécnico de Leiria (IPLeiria). Presta apoio psicopedagógico na intervenção à Perturbação de Aprendizagem Específica – dislexia. Habilitações Académicas: Pós-doutoramento em Psicologia com investigação na área da produção textual em contexto académico; doutoramento em Ciências da Linguagem, especialização em Linguística Aplicada; Pós-graduação em Dificuldades Específicas de Aprendizagem – dislexia; Mestrado em Linguística Aplicada; Licenciatura de Português-Francês. Tem como áreas de interesse a escrita, a oralidade, a dislexia e o ensino de Português como Língua Materna/Não Materna. É membro dos centros de investigação: CI&DEI e do CELGA_ILTEC. Tem participado em projetos de investigação, eventos científicos, escrito e publicado artigos científicos/capítulos de livros e orientado trabalhos académicos. (ORCID iD 0000-0002-7258-6616; Ciência ID C018-E969-C4A1).
É autora da obra Sons Tagarelas - exercícios de consciência fonológica e coautora da obra Dislexia - Percursos de Leitura e Intervenção.

Resumo - Dislexia - PLI :percursos de leitura e intervenção em apoio especializado

Paula Cristina Ferreira & Maria Fernanda Estrela

No contexto de apoio psicopedagógico e intervenção à dislexia é revelante promover o mindset de crescimento dos alunos, e dos professores, (Ferreira, Barbeiro, Alves, 2021). O mindset de crescimento em todos os indivíduos, e com dislexia também, impulsiona à ação, à conquista de (pequenos) sucessos, à flexibilidade e aceitação de feedback construtivo para superação de dificuldades. assim os intervenientes da ação educativa: professores, educadores e família destes alunos devem promover o mindset de crescimento, previsto inclusivamente no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (Martins et al, 2017).

Num contexto escolar inclusivo, se as competências cognitivas importam também as competências não cognitivas (Tough, 2013; Ferreira, Barbeiro, Alves, 2021) definem o sujeito ao longo da vida. Segundo Dehaene (2018) os quatros pilares da aprendizagem (atenção, retorno ao erro, envolvimento ativo e consolidação) constituem ou devem constituir o foco de qualquer percurso escolar.

As múltiplas perspetivas no que concerne à intervenção em alunos com dislexia, tais como Dehaene (2018), Cruz (2009), Shaiwitz (2016), suportam a criação dos Dislexia - PLI com uma abordagem multidimensional, aplicada com um professor especializado (Estrela, 2009) para promoção da fluência e compreensão leitoras e também do mindset de crescimento e habilidades psicomotoras.

Caldas e Rato (2020) referem que o cérebro, devido à sua plasticidade, adapta-se ao que faz com maior frequência, ao que mais “vive”, o que significa que um percurso de intervenção à dislexia, tem de ser estruturado, sistemático e ajustado à criança ou jovem em formação.

O jovem cresce, as competências (cognitivas e afetivas), limadas e ajustadas, permanecem enquanto estrutura para vencer na vida.


Sara Rafaela Duarte

Pontos que pretendo abordar:

Aprendizagem da leitura e escrita enquanto disléxica não diagnosticada, o poder da desinformação em especial no 1º ciclo com a aprendizagens dos mecanismos fundamentais socias- leitura e escrita.

O que muda depois do diagnostico.

As estratégias fundamentais para superar as dificuldades.

Decidir um futuro numa escola feita para cérebros ditos normais.

Secundário e acesso à Universidade.

Universidade e acompanhamentos.

Um olhar de quem tem Dislexia e estou sobre dislexia.

Chegar à ambição de realizar o doutoramento não só porque é necessário essa investigação mas também porque sinto ser necessário honrar a “minha gente”- os disléxicos, que infelizmente hoje em dia continuam a sofrer horrores por desconhecimento e falta de formação.

Surge a Discalculia, que ainda está muito atrasada na sua investigação em Portugal e precisa de contributos científicos urgentes em prol das crianças que estão no sistema de ensino e as que ainda virão.

(quero projetar esta imagem- e refletir sobre ela em publico)

Figura

Andreia Lobo (Encarregada de Educação)

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Ivone Sousa (Encarregada de Educação)

Licenciatura em Contabilidade e Auditoria concluída em Setembro de 1999
Sócia gerente e em simultâneo Contabilista certificada, desde abril de 2001 na firma “Contacomacerto - Contabilidades, Lda”,
Colaboradora da empresa Cidif–Centro de Imagiologia Diagnostica de Famalicão SA, onde para alem de desempenhar as funções de contabilista certificada desempenho também as funções de diretora geral.

Moderador: Helena Padrão

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Resumo - Dislexia em 1.ª e 3.ª pessoas

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PAINEL 2 (1.ª parte): Possíveis áreas causais

Enrique Vazquez-Justo (CIDI-IEES / Clínicas EBAN de Espanha)

Doctor en Psicología, área Neuropsicología, por la Universidad de Santiago de Compostela (España), así como Licenciado con grado y Licenciado por la misma Universidad.

Especialista en Psicología Clínica y Neuropsicología por la Ordem dos Psicólogos Portugueses.

Presidente del Instituto Europeu de Estudos Superiores (Portugal), además es Professor en el Máster en Evaluación y Rehabilitación Neuropsicológica y el Doctorado en Ciencias de la Salud de la Universidad Camilo José Cela de Madrid. Es también Profesor Invitado e investigador en la Universidad Autónoma de Chile.

Docente Universitario en las diferentes categorías profesionales desde 1995, con responsabilidad en la coordinación de Grados, Máster, Áreas y Disciplinas.

Participa regularmente en proyectos de investigación integrando y dirigiendo grupos de investigación en el área de la neuropsicología. Actualmente es miembro del consejo de Dirección e investigador del Centro de Investigação Desenvolvimento e Inovação do IEES (Portugal) y forma parte como investigador del Laboratorio de Neurociencia Cognitiva del Centro de Tecnología Biomédica (Madrid-España). También es investigador en el Laboratório de Neurociências e Comportamento de la Universidad UNICENTRO (Brasil) e del Laboratório de Psicologia Educacional de la Universidad UNICENTRO (Brasil). Sus Principales líneas de investigación en el área de la Neuropsicología son el Envejecimiento, y los Trastornos del Neurodesarrollo. Autor de libros, capítulos de libros, y artículos científicos en revistas de impacto internacional. Asimismo es autor de pruebas de evaluación y rehabilitación neuropsicológica.

Es el Presidente del polo portugués de la Red Internacional De Escuelas Creativas (RIEC- IEES AMARANTE) y el director del polo europeo de Centro de Investigação e Intervenção em Desporto, Educação e Bem Estar (CIIDEBE).

Además de la actividad docente realiza actividad Clínica y empresarial desempeñando actualmente las funciones de Director General y Gerente del Grupo Clínicas Êbam (Espña y Portugal) y Coordenador Neuropsicologia en el Instituto Luso-Cubano de Neurología.

Asimismo es Patrono-Fundador de la Fundación Ingada, una institución sin ánimo de lucro dedicada al Trastorno por Déficit de Atención e Hiperactividad y Trastornos Asociados, que tiene su sede en Galicia y su ámbito de actuación es todo el territorio nacional.

Además es Socio-Fundador y Vicepresidente de la Sociedad Portuguesa de Neuropsicología. Socio-Fundador de la Sociedad Española de Neuropsicología Jurídica y Forense. Miembro de las Sociedades Andaluza y Asturiana de Neuropsicología.

Moderador: Maria Celeste Sousa Lopes

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Resumo - A Importância da Avaliação neuropsicológica na dislexia

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2 março

PAINEL 2 (2.ª parte): Possíveis áreas causais

José Sousa (FPCE - UP /CP- Grupo Neurocognição e Linguagem)

Psicólogo especialista, certificado pela Ordem dos Psicólogos Portugueses, em Psicologia Clínica e da Saúde, Neuropsicologia e Necessidades Educativas Especiais; Mestre em Psicologia da Educação pela UTAD. Tem experiência profissional em contexto clínico e escolar, e especial interesse pelas Perturbações do Neurodesenvolvimento, como é o caso da Dislexia e da Discalculia. Colabora também em projetos de investigação científica no Grupo de Investigação em Neurocognição e Linguagem da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP). Tem publicações em revistas científicas, nacionais e internacionais, com revisão por pares e índice de impacto. Num dos projetos mais recentes, estudou a relação entre perceção de tempo e leitura na Dislexia. É também formador acreditado pelo Conselho Científico-Pedagógico de Formação Contínua (CCPFC) na área da Psicologia da Educação.

Moderador: Maria Celeste Sousa Lopes

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Resumo - O Processo Cognitivo da Leitura e da Escrita

Aprender é quase a função mais geral do cérebro. De entre as aprendizagens que o nosso cérebro faz, uma das mais importantes é a da leitura e da escrita – a alfabetização. A alfabetização é imprescindível na sociedade atual, pois permite o acesso a todos os outros saberes. Todavia, há cérebros que tendem a evidenciar maior dificuldade em dominar a linguagem escrita. Uma das razões para essa dificuldade tem o nome de “Dislexia”.

A Dislexia é uma Perturbação do Neurodesenvolvimento com origem neurobiológica. É uma dificuldade inesperada e específica na aprendizagem, uma vez que ocorre em pessoas que possuem uma inteligência média ou acima da média.

Estudos científicos com técnicas de imagiologia cerebral, como as ressonâncias magnéticas, mostraram-nos que um cérebro de um leitor neurotípico processa a informação escrita de forma diferente da de um leitor com Dislexia. Essas diferenças no processamento cognitivo tendem a prejudicar o desenvolvimento da alfabetização, o que, por sua vez, tem um grande impacto na aprendizagem escolar. No entanto, hoje temos um maior conhecimento sobre o que é necessário fazer para reestruturar estas redes neuronais, de forma a aproximá-las do funcionamento típico de um leitor proficiente. Ou seja, uma intervenção especializada que atue ao nível dos processos cognitivos – como a consciência fonológica, a velocidade de processamento verbal, a memória de trabalho –, dos alfabéticos e ortográficos. Paralelamente, é necessário existir o apoio psicológico que lhes permita lidar e superar os problemas emocionais e afetivos associados à problemática. Há evidências científicas de que, com uma intervenção especializada, é possível modificar o cérebro, reestruturar as redes neuronais afetadas pela Dislexia, promover uma maior eficácia na leitura, na escrita, na aprendizagem escolar e a nível psicoemocional.

Palavras-Chave: cérebro, dislexia, leitura, escrita, processos cognitivos, intervenção.

Referências Bibliográficas:

American Psychiatric Association (2014). DSM 5. Manual de Diagnóstico e Estatístico das Perturbações Mentais, 5ª Edição. Lisboa: Climepsi Editores.

Catronas, D., Sousa, J., Batista, A. R., Torres, N. L., Mesquita, A., Folia, V., & Silva, S. (2023).

Duration perception for visual stimuli is impaired in dyslexia but deficits in visual processing may not be the culprits. Scientific Reports, 13(1), Artigo 1. https://doi.org/10.1038/s41598-023-40081-0

Fernandes, S., Ventura, P., Querido, L., & Morais, J. (2008). Reading and spelling acquisition in European Portuguese: A preliminary study. Reading and Writing, 21(8), 805–821. https://doi.org/10.1007/s11145-007-9093-7

Finn, E. S., Shen, X., Holahan, J. M., Scheinost, D., Lacadie, C., Papademetris, X., Shaywitz, S. E., bShaywitz, B. A., & Constable, R. T. (2014). Disruption of functional networks in dyslexia: a whole-brain, data-driven analysis of connectivity. Biological psychiatry, 76(5), 397–404. https://doi.org/10.1016/j.biopsych.2013.08.031

Lyon, G., Shaywitz, S. & Shaywitz, B. (2003). Defining Dyslexia, Comorbidity, Teachers, Knowledge of Language and Reading. Annals of Dyslexia, 53, 1-13.

Peterson, R. & Pennington, B. (2012). Development dyslexia. Lancet, 379, 1997-2007.

Shaywitz, S., Morris, R., & Shaywitz, B. (2008). The education of dyslexic children from childhood to young adulthood. Annual Review of Psychology, 59, 451-475.

Simos, P. G., Fletcher, J. M., Bergman, E., Breier, J. I., Foorman, B. R., Castillo, E. M., Davis, R. N., Fitzgerald, M., & Papanicolaou, A. C. (2002). Dyslexia-specific brain activation profile becomes normal following successful remedial training.

Neurology, 58(8), 1203–1213.  https://doi.org/10.1212/wnl.58.8.1203

Snowling, M. J., & Hulme, C. (2012). Interventions for children’s language and literacy difficulties. International Journal of Language & Communication Disorders, 47(1), 27–34. https://doi.org/10.1111/j.1460-6984.2011.00081.x

Sousa, J., & Vale, A. P. (2013). Dislexia: atraso ou desvio no desenvolvimento? In F. Viana, R. Ramos, E. Coquet, & M. Martins (Eds.). Atas do 9.º Encontro Nacional (7.º Internacional) de Investigação em Leitura, Literatura Infantil e Ilustração, 22 – 23 junho, 2012. Braga, Portugal. CIEC.

Sousa, J., Martins, B., & Vale, A. P. (2014). Intervenção em dislexia – Estudos de caso. In J. P. Oliveira, T. M. S. Braga, F. L. Viana, & A. S. Santos (Orgs.), Alfabetização em países de língua portuguesa: Pesquisa e intervenção (pp. 85-120). Curitiba: Editora CRV.

Sousa, J., Martins, M., Torres, N., Castro, S. L., & Silva, S. (2022). Rhythm but not melody processing helps reading via phonological awareness and phonological memory.

Scientific Reports, 12(1), Artigo 1. https://doi.org/10.1038/s41598-022-15596-7

Vale, A., & Sousa, S., (2017) Tipo de erros e dificuldades na escrita de palavras de crianças portuguesas com dislexia. Da Investigação às Práticas, 7(3), 61 – 83.

PAINEL 3: A DISLEX em toda a parte

Rita Bonança (Diretora do Pólo da DISLEX nos Açores)

Rita Simas Bonança é uma educadora de infância e investigadora portuguesa com uma sólida formação académica e experiência diversificada no campo da Educação. Em 2023, concluiu o seu Doutoramento em Educação na Universidade Iberoamericana.

Ao longo da sua trajetória académica, realizou uma Pós-graduação em Educação Especial, com especialização no Domínio Cognitivo Motor, pelo Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração, em 2017. Em 2011, alcançou o grau de Mestre em Educação, com especialização em Administração e Organização Escolar, pela Universidade dos Açores. A sua sólida base educacional começou em 2002, quando concluiu a Licenciatura em Educação de Infância na Escola Superior de Educação Almeida Garrett (ESEAG).

Além do seu percurso académico, Rita Bonança é autora de diversas obras literárias e contribuiu significativamente para o campo da Educação através de publicações e artigos científicos. A sua participação ativa em congressos nacionais e internacionais destaca o seu compromisso com a disseminação do conhecimento e a promoção de boas práticas inclusivas.

Desde 2018, assume a posição de Diretora na Associação Portuguesa de Dislexia, demonstrando o seu envolvimento ativo na promoção da consciência e apoio àqueles que apresentam dificuldades de aprendizagem. A partir de 2023, é membro editorial do Brazilian Journal of Education, Technology and Society (BRAJETS), contribuindo para o avanço da pesquisa educacional em âmbito internacional.

A sua carreira multifacetada reflete o seu compromisso com a excelência académica, o desenvolvimento educacional e a promoção da inclusão, destacando-se como uma figura influente no cenário educativo contemporâneo.

Moderador: Maria do Rosário Ferreira

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Resumo - Ação do Pólo dos Açores

A comunicação dará enfoque às adaptações no processo de avaliação interna - testes adaptados no apoio a crianças e jovens com dislexia. Abordaremos a relevância dos testes adaptados como uma ferramenta essencial para garantir que a avaliação seja justa e representativa das competências dos alunos com dislexia. Estes testes promovem a verdadeira equidade, permitindo que os alunos demonstrem o seu conhecimento sem serem prejudicados por barreiras linguísticas ou dificuldades de leitura. A flexibilidade oferecida pelos testes adaptados, que podem incluir diferentes modalidades de resposta e formatos de avaliação, será discutida como um meio de proporcionar uma avaliação autêntica. A apresentação visará a partilha de insights e práticas bem-sucedidas que possam enriquecer abordagens educacionais mais ajustadas ao perfil dos alunos com dislexia.

PAINEL 4: Possíveis causas e consequências

Fernanda Leopoldina Viana (Instituto de Educação da UM)

Doutorada em Psicologia da Educação pela Universidade do Minho, foi docente no Instituto de Educação da Universidade do Minho de 1988 a 2019. Coordenou projetos de investigação nas áreas do desenvolvimento da linguagem e da aprendizagem e promoção da leitura, e é autora de inúmeras publicações e de provas de avaliação nestes domínios.
Integrou a equipa responsável pela plataforma interativa «Ainda estou a Aprender» (www.aindaestouaprender.com), galardoada em 2018 com o prémio Ler+ do Plano Nacional de Leitura, e a Comissão de Acompanhamento do PNEP-Programa Nacional para o Ensino do Português-1º Ciclo. Foi membro da equipa do Projeto Gulbenkian Casa da Leitura, no qual era responsável pela seleção de conteúdos e sinopses para a área ABZ da Leitura. É coautora da obra «Arriscar a Mudança. Os desafios dos modelos multinível no ensino da leitura e da escrita», que recebeu, em 2023, o prémio Ana Maria Vieira de Almeida e Coordenadora Científica do recurso digital «Ensinar e Aprender Português».

Moderador: Helena Serra

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Resumo - A Compreensão da leitura na Dislexia (e para além)

Tendo como ponto de partida o Modelo Simples de Leitura (MSL), nesta comunicação serão abordados os diferentes níveis de compreensão na leitura e os processos nela envolvidos. Serão, ainda, analisadas as propostas didáticas para o ensino explícito da compreensão da leitura que são disponibilizadas no recurso digital «Ensinar e Aprender Português».

Renato Paiva (Diretor da Clínica da Educação, Lisboa)

Diretor da Clínica da Educação e da Academia de Alto Rendimento Wowstudy. Licenciado no Curso de Professores do Ensino Básico pela Escola Superior de Educação de Setúbal, e mestre em Multimédia na Educação pela Universidade de Aveiro, Renato Paiva é um dos especialistas mais conceituados da atualidade na área da Educação. Com uma vasta experiência no apoio terapêutico-pedagógico às dificuldades de aprendizagem das crianças e jovens e na área da orientação escolar para pais e alunos, o autor também exerce coaching pedagógico de alto rendimento escolar e colabora regularmente com a imprensa. Para as revistas Pais & Filhos, Bebé d’Hoje, Coisas de Criança, entre outras, escreve regularmente sobre parentalidade e educação. Também podemos vê-lo com frequência na rádio e programas de televisão. Autor dos livros SOS Tenho de Passar de Ano, Ensina o Teu Filho a Estudar, O Segredo Para Alcançar Sucesso na Escola, Queridos Pais, Odeio-vos, Desenvolva as inteligências do seu filho e Ensine o seu filho a pensar.

Moderador: Helena Serra

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Resumo - Competências de Estudo

Estudar torna-se para muitos alunos um sacrifício ou pesadelo. Cedo surgem as desculpas: «Não consigo», «Não sou capaz». É preciso envolver os estudantes no seu processo de aprendizagem e partir da ideia de que todo o aluno é capaz. Adquirir competências de estudo é fundamental para o sucesso académico mas não só. Que importância tem para a nossa vida? Que preocupações deveremos ter em conta como pais ou profissionais na orientação das crianças e jovens para esta competência?

Elsa Silva (Docente Especializadas em EE)

1988 - Curso de Professora do 1º Ciclo - Magistério Primário de Lisboa

1995 - Curso de Estudos Superiores Especializados em Educação Especial

2006 - Mestrado em Ciências da Educação - Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa

Experiência Profissional

  • Docente 1º ciclo (1988-1992)
  • Docente de Educação Especial (1992-2024) - Desde 2006 no Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria em Tomar

Outras experiências profissionais

  • Formadora do Instituto de emprego e formação profissional
  • Formadora da Escola Superior de Educação de Torres Novas
  • Formadora do Centro de Formação de Professores “Os Templários”

Anabela Martins (Docente Especializadas em EE)

1989 - Curso de Professora do 1º Ciclo - Magistério Primário de Torres Novas
2005 - Curso de Estudos Superiores Especializados em Educação Especial, no Domínio Cognitivo Motor.

Experiência Profissional

  • Docente 1º ciclo (1989-2005)
  • Docente de Educação Especial (2005-2024)
  • Desde 2008 no Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria em Tomar

Moderador: Helena Serra

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Resumo - Projeto do A.E. Nuno Santa Maria – Tomar

O grupo de docentes de Educação Especial do Agrupamento de Escolas Nuno de Santa Maria (AENSM) – Tomar, sentiu que o número de alunos com dificuldades de aquisição do mecanismo de leitura e escrita vinha a aumentar significativamente ano após ano.
No sentido de melhorar as suas respostas educativas deram início a um percurso formativo, tendo contado para tal com o precioso contributo da Doutora Helena Serra.
Apoiados pela Dislex, na pessoa da Doutora Helena Serra, avançamos para a criação de uma Unidade de Apoio à Dislexia – ProDislex. Sempre em estreita articulação com os docentes titulares de turma e diretores de turma, esta unidade procede à avaliação de alunos, elabora o respetivo perfil e apresenta sugestões de intervenção de acordo com as fragilidades identificadas.
Para sustentar todo este processo, o AENSM, com o apoio do Centro de Formação de Professores, avançou com a realização de um Círculo de Estudos que culminou na criação de um Referencial de Boas Práticas na Intervenção em Dislexia, que para além de ter sido publicamente apresentado a toda a comunidade escolar e a todos os Agrupamentos de Escolas da região, foi disponibilizado em formato digital na página do Agrupamento.

2.ª MESA REDONDA: A questão da multidisciplinaridade

Francisco Bianchi de Aguiar (Pediatra)

Licenciado em Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto com a média final de 15 valores no ano de 1983.

Realizou o Internato Geral e o Internato de Saúde Pública no Hospital e no Centro de Saúde de Viana do Castelo em 1984/85. Prolongou o Internato Geral do Hospital Geral de Santo António.

Concorreu em 1986, ao concurso para o Internato Complementar de Especialidade tendo obtido a classificação de Muito Bom (86%).

Iniciou o Internato Complementar de Pediatria no Serviço de Pediatria do Hospital de S. João no Porto em 1987, que termina em 1992 com a classificação final de 19,4 valores.

Em 1988 iniciou colaboração voluntária na docência da cadeira de Pediatria III, leccionando aulas práticas, tomando em 1991 posse do lugar de Assistente Convidado da disciplina de Pediatria II.

Realiza durante dois anos actividade assistencial regular no INEM recém-nascidos.

Iniciou em 1989 colaboração regular com a Unidade de Endocrinologia Pediátrica na qual se integra durante 4,5 anos.

Em 1990 inicia colaboração regular com a Escola Superior de Enfermagem da Imaculada Conceição (Casa de Saúde da Boavista).

 Em 1993 pede transferência como Assistente Eventual de Pediatria para o Hospital Distrital de Matosinhos, onde toma posse em 1997 como Assistente Hospitalar de Pediatria, após concurso público em 1995 em que se classifica em 1º lugar.

Cria a consulta de Endocrinologia Pediátrica quando se integra no Hospital de Matosinhos. Cessa a sua actividade docente na Faculdade de Medicina.

Em 1995 inicia colaboração com o Secretariado de Formação Contínua da Associação Nacional de Farmácias que mantém até à data.

Foi desde 1997 o responsável pela coordenação e orientação de internos do Internato Geral e do Internato Complementar de Clínica Geral e Familiar, e desde 1998 o responsável pelas acções de formação contínua do Departamento de Pediatria do Hospital Pedro Hispano.

Adquire o grau de Consultor de Carreira Hospitalar em 2002, em concurso aberto em 2000 (DR 2ª serie, nº 43).

Foi eleito vogal da Sociedade Portuguesa de Ambulatório da Sociedade Portuguesa de Pediatria em Abril 2002, até 2004

Entre 2002 e 2006 foi tesoureiro da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia e Diabetologia Pediátrica

Solicita em Abril de 2004 a concessão de licença sem vencimento de longa duração  que lhe é concedida em Maio do mesmo ano. Desde então mantém actividade assistencial no ambulatório em consultório privado.

Inicia em Abril de 2009 prestação de Serviços no Atendimento Pediátrico Permanente no Hospital CUF Porto até Janeiro de 2017

Desde Março de 2015 integra a Unidade Pediátrica da Casa de Saúde da Boavista onde exerce actividade como Pediatra do Ambulatório até à data de hoie.

Ana Fernandes (Psicóloga)

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Alcinda Almeida (Doc. especializada / EMAEI)

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M.ª Manuela Fonseca (Presidente da APAFID)

Maria Manuela Dinis da Fonseca, nascida a 9/5/1962 no Rochoso, concelho da Guarda.
Professora do 1º ciclo do Ensino Básico.
Concluiu o curso do Magistério Primário na Guarda em 1986.
Licenciou- se em 2003, com o curso de professores do 1º ciclo do ensino básico.
Publicou o seu primeiro conto “As gémeas da lua “em 2013, com a artista plástica Evelina Coelho.
Em 2018 reescreveu o conto dos irmãos Grimm “O capuchinho azul” para crianças com dislexia. Em 2020, publicou um inédito “O sótão do Vasco”, para crianças com dislexia. Em 2022, participou na construção de um Kit Pedagógico “(Des)Envolver Igualdade” que tem como objetivo a promoção de Igualdade de Género, com o livro “ D Bea”.
Exerce funções desde 2008 no Agrupamento de Escolas de Pinhel / distrito da Guarda onde é coordenadora de Departamento do 1º ciclo.
É presidente da APAFID.

APAFID

A APAFID é uma Associação Portuguesa de Apoio, Formação e Investigação em Dislexia foi criada na Guarda, em 2010. Desde 2018, APAFID é uma IPSS de referência no apoio social, pedagógico e terapêutico a alunos, pais, docentes e restante comunidade escolar.

Em 2020, a APAFID foi reconhecida como Centro de Recursos para a Inclusão (CRI), pelo Ministério da Educação.

A Associação tem como dinâmica fundamental dar resposta às necessidades de crianças, jovens e adultos, com Dificuldades Específicas da Aprendizagem, através da realização de avaliações e acompanhamentos psicopedagógicos.

A APAFID é constituída por uma equipa multidisciplinar, que presta serviços na área da Psicologia, Terapia da Fala e Apoio Pedagógico. Além disso, tem vindo a promover ações de formação para qualificar pais e profissionais que interagem com crianças com este tipo de dificuldades.

Projetos em vigor

Inteligência Emocional

O projeto é destinado a crianças que se encontram a frequentar o ensino pré-escolar, com idades compreendidas entre os 5 e 6 anos. Este decorre nos Jardins de Infância do distrito da Guarda em parceria com a Junta de Freguesia da Guarda.

O projeto tem como principal objetivo promover o desenvolvimento de competências emocionais, nomeadamente, ajudar as crianças a compreenderem o que sentem em determinadas situações, a integrar as emoções no seu vocabulário do dia-a-dia e a compreender como o seu comportamento influencia e é influenciado por elas.

Promoção de Competências Socio Emocionais

O projeto é destinado a crianças que se encontram a frequentar o 1º e 2º Ciclo.

Tem como principal objetivo o desenvolvimento de competências socio emocionais fundamentais para o ajustamento psicológico e social das crianças.

Neste sentido, pretende-se que no final do projeto, as crianças consigam gerir melhor os seus sentimentos; estabelecer relações interpessoais mais positivas; reduzir os níveis de stress e ansiedade; melhorar a comunicação; tomar decisões ponderadamente e adotar comportamentos adequados nos diferentes contextos, melhorar a capacidade de empatia e adotar atitudes de entreajuda e respeito.

As competências socio emocionais desempenham um papel crucial na obtenção do sucesso escolar e na vida futura das crianças. Desta forma, a educação das emoções e o treino das competências sociais, com certeza, fará das crianças pessoas melhores, mais felizes, equilibradas, solidárias e bem-sucedidas.

Moderador: Catarina Vasconcelos

Em atualização...

Resumo - Intervenção atempada

Desde 1986 a minha acitvidade profissional como pediatra está focada na pediatria no ambulatório

Inicialmente, até 2006,  a par com uma carreira hospitalar intensa, e desde então praticamente a 100%.

Ainda participo em presença física em partos e durante algum tempo trabalhei numa urgência pediátrica privada.

Mas na prática, é nessa área onde me sinto bem. E gosto.

Desde o primeiro dia em que recebo um recém-nascido no meu consultório sinto-me responsável pelo crescimento e desenvolvimento saudável do pequeno tesouro daquela família.

Se inicialmente valorizava muito o crescimento e saúde em termos físicos da criança, com o tempo fui percebendo, que a área o desenvolvimento era não só desafiante como crucial.

Não é fácil dizer a uma família que o seu filho está em termos de desenvolvimento aquém do esperado.

Muitas vezes hesitamos porque pode ser apenas falta de estimulação ou apenas um desvio do normal, e guardamos para nós essa dúvida.

Haverá outros que actuarão de forma diferente alarmando de imediato os Pais. Como um terá a sua forma de trabalhar

Se a linguagem é o desafio dos 2 anos, o inicio do ensino básico reveste-se de uma importância crucial

É grande a preocupação em perceber se a criança se encontra em condições de realizar uma transição escolar bem sucedida para o 1o ciclo

Entra aqui o conceito de prontidão escolar.

A consulta dos 5 anos é para mim muito importante – e nem todos os Pais se apercebem disso.

Nessa consulta temos de avaliar a prontidão escolar na sua plenitude.

Aspetos físicos fundamentais como a acuidade visual e auditiva são muito importantes, a par com uma avaliação geral de todas as áreas, resolvendo todos os assuntos pendentes. Costumo dizer a partir de agora nada pode falhar. Faltar por doença deve ser o mínimo possível para não se perder o ritmo escolar.

Mas é na área do desenvolvimento que o meu foco está mais atento.

A informação da Educadora Infantil é para mim preciosa e pergunto sempre se alguma coisa foi sinalizada

Naturalmente pergunto aos Pais a sua opinião

Em seguida faço uma avaliação de competências de desenvolvimentos e académicas para poder antecipar algum problema que possa condicionar o sucesso escolar.

A dislexia não é a única preocupação. Mas é aquela que mais preocupa os pais e cuidadores.

Todos sabemos que é talvez a causa mais frequente de baixo rendimento e insucesso escolar e, na maioria dos casos, não é identificada, nem corretamente tratada. É também provavelmente a perturbação mais frequente entre a população escolar, sendo referida uma prevalência entre 5 a 17,5%.

Na maior parte dos casos, em famílias atentas (o papel dos avos é relevante) sou questionado sobre como valorizar determinados sinais.

A troca de sons ao pronunciar palavras, a dificuldade em nomear cores, a dificuldade em memorizar canções e o desinteresse por livros e historinhas são as mais comuns.

A escrita em espelho é também muito valorizada

Quando a. criança vem à consulta após o inicio do ensino básico a alivio é grande quando as noticias são boas.

Para mim basta que acompanhe a andamento dos seus pares. Infelizmente a exigência que os Pais colocam atualmente nos filhos é excessiva.  Menos de muito bom é pouco!

Nem sempre a consulta dos 5 anos é concretizada e nem sempre somos bem sucedidos na antecipação dos problemas.

Nestes casos são os Professores que reportam que o aluno tem uma qualidade de leitura inferior ao nível esperado, notam a existência de erros de inversão com letras ao contrário, confusão entre consoantes com o mesmo ponto de articulação, entre outras alterações

Em todos estes casos não tenho a pretensão de intervir em termos terapêuticos. Sugiro uma avaliação psico-pedagogica alertando que a identificação e intervenção precoce são o segredo do sucesso na aprendizagem da leitura. Quanto mais cedo a dislexia for identificada mais rapidamente se pode obter ajuda.

PAINEL 5: Educar, intervir e capacitar – outro exemplo

Ângela Nico (Associação Brasileira de Dislexia)

Maria Angela Nogueira Nico
Fonoaudióloga/ USP, Psicopedagoga Clínica, Pesquisadora/USP, especialista em avaliação e intervenção de transtornos de aprendizagem/ dislexia, autora de livros e artigos sobre dislexia, Presidente da Associação Brasileira de Dislexia, ABD.

Moderador: Célia Ribeiro

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Resumo - Múltiplas formas de Ação

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Ana Lourenço (ME/Doc. especializada)

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Moderador: Célia Ribeiro

Em atualização...

Resumo - Recursos Digitais

  • “Desconstruir para construir” - As áreas de uma sala de pré-escolar como locais de observação e descoberta / a aplicação de recursos digitais e a diferenciação pedagógica como meios de intervenção. 
  • Criação/Aplicação/Avaliação dos recursos

PAINEL 6: E… mais?

Margarida Pina (Testemunho)

  • Nascida em Lisboa em julho de 1999
  • Fez acompanhamento a nível da dislexia, desde os 6 anos no Sei, em Carcavelos
  • Ainda a  completar o curso de Medicina Veterinária na Universidade Lusófona de Lisboa
  • Completou o curso de Técnica de Produção Agrária e o TESP de Cuidados Veterinários 
  • Frequentou algumas formações na Updatevet  
  • Trabalhou no Hospital Veterinário GHVS, aproximadamente 1 ano
  • Trabalhou na ONGA SOS Animal durante 3 anos
  • Trabalha neste momento na Clinica VetPlanet, em Palmela 

Ao nível pessoal, é solteira, vive em Sesimbra com os pais e uma irmã mais nova e o seu hobbie preferido atualmente é kickboxing mas adora desporto no geral. Considerando-se como uma apaixonado pelo convívio familiar e por descobrir novos sítios junto ao mar. 

Marta Pina (Testemunho)

Marta Barata da Silva Pina

  • Nascida em Lisboa em 1976
  • Filha de pais separados foi criada em casa dos avós maternos mas com o apoio total da mãe a tempo inteiro.
  • Não completou o curso de Ciências de Comunicação na Universidade Autónoma de Lisboa
  • Completou o curso de fotografia da ARCO
  • Frequentou algumas formações no CENJOR
  • Tirou um curso de grooming intensivo
  • Trabalhou no Grupo Impresa por 10 anos, como jornalista e arquivista
  • Trabalho na Targus durante 2 anos como Trade Marketing Manager
  • Trabalhou na WWF / ANP por 10 anos como responsável de comunicação e gestora de projectos internacionais
  • Trabalha neste momento num negócio próprio - Centro de Bem Estar Animal - que criou de raiz.

Ao nível pessoal, é casada, tem 2 filhas, 2 gatos e 2 cadelas, vive em Sesimbra e o seu hobbie preferido é fazer windsurf.

Filipe Ribeiro (Testemunho)

Filipe M.F. B. Ribeiro
49 anos
Licenciado em Economia na FEP (Faculdade de Economia do Porto)
Sales & Marketing Lead, Brighten SA
Sócio-Gerente, Le Petit Boutique (Estética)

Leonor Ribeiro (Testemunho)

Leonor Ribeiro Gonzalez
18 anos
Frequência do 1º ano de Design de Comunicação na ESAD (Escola Superior de Artes e Design)
- Média atual 1º Semestre - 16 valores
Concluiu com êxito o 12º ano com média de 17 valores.

Áurea Figueiredo (Criminologista)

Licenciatura em Criminologia e Justiça Criminal na Universidade do Minho - Braga; Estágio não curricular numa Instituição Particular de Solidariedade Social – Movimento de Apoio à Problemática da SIDA – em Quarteira, Faro; Curso de Introdução às Ciências Forenses pela Nanyang Technological Univsersity Singapore; Curso sobre a eficácia do encarceramento pela University of Leeds; Criminóloga Formadora (em problemáticas de emergência social e criminologia); Pós-Graduação em Criminologia e Investigação Criminal. Encontra-se a concluir o Mestrado em Ciências Policiais no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna – Lisboa.

Moderador: Maria de Fátima Almeida

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Resumo - Dificuldades sentidas para tirar a carta de condução

Enquanto estudante do segundo ano do Mestrado em Ciências Policiais, foi-me proposta a realização de uma investigação científica nas áreas da Criminalidade e Prevenção Rodoviárias no contexto português. O objetivo do estudo é determinar quais as alternativas de resposta do sistema de justiça a indivíduos condenados a pena de prisão efetiva pela prática do crime de condução de veículo sem habilitação legal, atendendo às suas motivações e fatores de risco. A permanente invisibilidade de políticas auxiliares neste âmbito, conjugada com a crescente expressividade deste crime, justifica a mobilização de soluções a montante do sistema penal. Os dados disponíveis não permitem saber qual a expressão quantitativa das situações de pessoas que, apesar de saberem conduzir, não conseguem obter a necessária habilitação legal por, em virtude de analfabetismo, iliteracia ou dislexia, não serem capazes de aprovar no exame teórico. No entanto, é sabido que o modo como estão concebidos estes exames os torna especialmente difíceis para pessoas com baixa literacia ou dislexia, ainda que conheçam as regras da estrada. Atualmente, os candidatos com dislexia não veem o sistema de provas dos exames de condução adaptado às suas problemáticas. O DL. n.º 138/2012, de 05 de julho, que aprovou o Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir, no seu art.º 44 prevê a possibilidade de o candidato requerer ao serviço competente a atribuição de um intérprete ou tradutor conforme o caso. No entanto, o mesmo não se aplica em contexto de dificuldade de aprendizagem da leitura. Daqui decorre a importância de incorporar no referido documento legal medidas opcionais acessíveis a candidatos que se façam acompanhar de um relatório devidamente fundamentado da problemática em causa. O alargamento das possibilidades de verificação da aptidão dos condutores, constitui motivo para o estudo de alguns aspetos como a composição, duração e formato dos exames teórico e prático de condução em alguns Estados Membros da UE: Suécia, Grécia e Hungria. Atendendo às limitações e condicionantes do candidato, são disponibilizadas possibilidades alternativas de resposta às questões do exame teórico de condução. Se um sistema se quer inclusivo, não podemos colocar a tónica apenas no sistema de ensino obrigatório, mas no jovem e/ou adulto que integra uma sociedade livre e plena.

Instituto da Mobilidade e Transportes (A confirmar)

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Moderador: Maria de Fátima Almeida

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Resumo - Disléxicos: que medidas diferenciadas?

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CONCLUSÕES / ENCERRAMENTO

Teresinha Fraga

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Maria do Rosário Ferreira

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Helena Padrão

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