Referencial de Boas Práticas

DISLEXIA – como podem as Escolas cuidar, na fase do ensino à distância, dos alunos disléxicos? Algumas propostas

No Ensino Básico e Secundário

1.    O docente a quem couber a articulação/ dinamização da aplicação das medidas previstas para o aluno, deverá

  • articular com os Pais/ EE
  • articular com os outros docentes do aluno (os quais o adicionarão às plataformas usadas) a fim de este lhe prestar apoio, à distância:
  1. na organização do estudo;
  2. nas tarefas distribuídas, apoiando o aluno na motivação, representação e expressão;
  3. no recordar aos restantes docentes as dificuldades do aluno, sugerindo adaptações adequadas ao caso, colaborando nelas.

2.    O especialista a quem couber o apoio específico (havendo), deverá

(através das várias plataformas disponíveis)

  • continuar a prestar esse apoio dirigido ao desenvolvimento de áreas causais específicas, enviando fichas de trabalho com estratégias próprias, que podem depois ser fotografadas e devolvidas para acompanhamento direto (alunos sem computador e  internet podem usar o telemóvel com as aplicações adequadas; podem ainda ser enviadas, via CTT, materiais e instruções para minimizar perdas nas aprendizagens académicas)

Aos Pais/ EE, caberá

  1. Proporcionar orientação e apoio ao estudo pessoal

Com recurso a súmulas/ resumos, treino de perguntas-tipo para compreensão das tarefas solicitadas;

Com base em mapas conceptuais, esquemas, etc. para melhor articulação dos conteúdos.